Oração a São Longuinho[8]
- Glorioso São Longuinho, a vós suplicamos, cheios de confiança em vossa intercessão. Sentimo-nos atraídos a vós por uma especial devoção, e sabemos que nossas súplicas serão ouvidas por Deus Nosso Senhor, se vós, tão amado por Ele, nos fizer representar.
- Vossa caridade, reflexo admirável, inclina-se a socorrer toda miséria, a consolar todo sofrimento, a suprir toda necessidade em proveito de nossas almas, e assegurar cada vez mais nossa eterna salvação, com a prática de boas obras e a imitação de vossas virtudes! Amém.
No Brasil
No Brasil, há uma crença popular de que São Longuinho auxilia a encontrar objetos perdidos. É só repetir:
- São Longuinho, São Longuinho, se eu achar (nome do objeto perdido) dou três pulinhos.
Quando a pessoa encontra o objeto precisa cumprir a promessa em devoção ao santo.
Na Igreja Nossa Senhora da Escada, localizada em Guararema,[9] fica exposta, em altar, a única imagem de São Longuinho que se tem registro no Brasil. Ela foi descoberta, dentro de um gaveteiro, durante uma das reformas do Templo , passando a atribuir diversos devotos e excursionistas.[10] Além do altar principal, encontra-se, em uma mesa, imagens de São Longuinho como soldado romano, as quais foram confeccionadas com autorização do padre.[11] Todos os anos, próximo ao dia 15 de março, a comunidade de Guararema organiza uma novena e festa em honra ao Santo.[12]
Fora de Guararema, não se conhecem outras igrejas dedicadas exclusivamente a São Longuinho no Brasil. Entretanto, alguns templos preservam alusões a ele: por exemplo, em cidades com forte imigração italiana existem capelas do Calvário que incluem a cena do Longuinho perfurando Cristo, e em santuários como o de Congonhas-MG (Bom Jesus de Matosinhos) há representações dos algozes de Cristo onde Longuinho pode ser identificado.[11]
No espiritismo, há a revelação no livro Brasil, Coração do Mundo, Pátria do Evangelho, obra mediúnica psicografada pelo médium mineiro Chico Xavier e assinada pelo espírito Humberto de Campos, publicada no ano de 1938 pela Federação Espírita Brasileira, que Longuinho reencarnou como D. Pedro II, segundo e último imperador do Brasil.[13]
Na Umbanda, é sincretizado com Ogum 7 Lanças, um dos falangeiros de Ogum.[14]
Fonte: Wikipedia

